INSCREVA-SE OU INDIQUE PROJETOS

O PRÊMIO

Em sua décima edição, o “Prêmio Hugo Werneck de Sustentabilidade & Amor à Natureza” se tornou uma referência nacional, de Minas para o País. Acumula mais de 1.000 inscrições e indicações recebidas e 136 vencedores e homenageados. Parte integrante do calendário institucional, empresarial e político do país, visa reconhecer, divulgar e premiar os melhores exemplos de gestão, revitalização e preservação ambiental, bem como indicações de pessoas e instituições dedicadas à causa da sustentabilidade em todo o país.

Idealizado pela Revista Ecológico e pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), o prêmio tem como parceiros, além do Sistema Fiemg (Sesi-Senai), a participação do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) e seus órgãos colegiados – IGAM, IEF e FEAM. E, a nível nacional, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). A supervisão técnica da Fundação Dom Cabral. A legitimação do Centro Hugo Werneck de Proteção à Natureza. O apoio da Associação Mineira de Defesa do Ambiente (Amda) e o engajamento da Fundação SOS Mata Atlântica.

HUGO WERNECK

O “Prêmio Hugo Werneck de Sustentabilidade & Amor à Natureza” foi criado em 2010 em homenagem ao ambientalista mineiro Hugo Werneck (1919-2008). Um dos precursores da consciência ecológica na América Latina – ele foi o fundador do Centro para a Conservação da Natureza e defensor da criação de importantes áreas verdes de Minas Gerais, como os parques Nacional da Serra do Cipó e Estadual do Rio Doce. Dr. Hugo acreditava que só o amor, a informação e a educação ambiental podem mudar a atitude do ser humano em relação ao meio ambiente e à natureza que nos resta.

TEMA

O SOL DA TERRA – De Van Gogh à Energia Solar
Nossa maior fonte de energia, o Sol é fundamental para a manutenção dos ciclos biológicos, físicos e químicos da Terra. Além de garantir a sobrevivência das espécies animais e vegetais, 60% da energia do astro mais brilhante da Via Láctea que chega ao nosso planeta são responsáveis pelo aquecimento do ar, da água e da terra, alimentando o ciclo de chuva. As plantas usam a energia solar para seu crescimento e para capturar gás carbônico e oxigênio, que forma o ar que respiramos. A incidência dos raios solares também vem sendo transformada, com êxito, em energia limpa, mais barata e que gera menos impacto ambiental por não ter combustíveis fósseis como matéria-prima. Além de sua importância cultural – povos antigos consideravam o Sol o mais poderoso dos deuses -, ele é inspiração para grandes artistas, como o pintor holandês Van Gogh, cuja obra será homenageada na décima edição do Prêmio Hugo Werneck.



POR QUE VAN GOGH?

Nascido em Zunderth, Holanda, Vincent Van Gogh (1853-1890) foi um dos mais influentes pintores da arte mundial. Na contramão de seus colegas contemporâneos, ele se recusou, humildemente, a adotar qualquer estilo artístico da época. Mas, sim, reproduzir, a seu modo, o que Deus já havia criado de perfeito e autossustentável na natureza, sob a luz natural e pulsativa do sol. Agradecido e fervoroso, gostava de pintar ao ar livre, para dar esse contexto vibrante, de vitalidade mesmo, às suas obras: a luminosidade como essência e referência de mundo. Literalmente enlouquecido com o sol que, através da sua luz, fazia revelar a beleza e sustentabilidade da natureza à sua volta, o pintor holandês só vendeu um quadro em vida (“O Vinhedo Vermelho”). Hoje, uma das pinturas mais admiradas e valiosas em todo o planeta é de sua autoria. E se chama, não à-toa, “Os Girassóis” – flores que crescem e se movem, naturalmente, acompanhando o astro celeste.

POR QUE ENERGIA SOLAR?

O Brasil está entre os 10 países que mais investem em energia solar fotovoltaica, sendo Minas Gerais o estado líder em geração distribuída, com 151 MW de potência instalada, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). Belo Horizonte se tornou a capital brasileira com mais painéis fotovoltaicos instalados, tanto em indústrias quanto residências, por conta da incidência de raios solares na maioria dos dias do ano. O Brasil todo, enfim, está bem na fita. A sua contribuição, em termos de energias renováveis, já ultrapassou as metas exigidas pelo Acordo de Paris, com a esperança de conter as mudanças climáticas. Além de ser limpa, renovável e sustentável, sem emissões de gases de efeito estufa, resíduos e ruídos, a energia solar não necessita de água para operar, aliviando a pressão sobre os recursos hídricos. Permite ainda a redução de gastos com energia elétrica, geração de empregos locais de qualidade e atração de novos investimentos para o país.



METODOLOGIA

As inscrições e indicações são recebidas pelo Comitê Executivo e encaminhadas à Comissão Julgadora, que analisa e avalia as iniciativas, projetos, programas e ações concorrentes ao prêmio, podendo também direcioná-los para outras categorias. Ela é composta por membros da Academia Ambiental – grupo formado por ambientalistas e personalidades com atuação em órgãos públicos ambientais e entidades educacionais independentes, bem como por integrantes dos Conselhos Editorial e Consultivo da Revista Ecológico. A Comissão Julgadora também é responsável pela conferência das notas de avaliação e legitimação do vencedor em cada categoria.


CALENDÁRIO

Inscrições e indicações: 05/06/2019 a 05/09/2019

CATEGORIAS

  • Melhor Exemplo em Biodiversidade (Água, Ar, Flora ou Fauna)
  • Melhor Exemplo em Educação Ambiental
  • Melhor Exemplo em Mobilização Social
  • Melhor Exemplo em Resíduos Sólidos
  • Destaque Institucional
  • Destaque Legislativo
  • Destaque Político
  • Melhor Empresa
  • Melhor Empresário
  • Personalidade do Ano
  • Homenagem do Ano


Específico para empresas patrocinadoras

  • Melhor Parceiro Sustentável
  • Melhor Projeto de Parceiro Sustentável
ACESSE O REGULAMENTO

FUNDAMENTOS

“O mundo será diferente quando conseguirmos sensibilizar as pessoas.” Para Hugo Werneck, o ser humano somente sente necessidade de cuidar daquilo que lhe é caro. E o contato com a natureza permite isso, seja por meio de uma flor, árvore, rio ou um pássaro. Além disso, nos dias atuais, inovar é tão necessário quanto preservar e cuidar do meio ambiente que vivemos e nos permite viver.

Para que possamos abraçar a economia verde, o agronegócio sustentável e diminuir a fome e a pobreza no planeta, Hugo Werneck aconselhava três fundamentos, que hoje ainda continuam atuais à aurora do pensamento ecológico: conhecer, gostar e cuidar. São eles que orientam o Prêmio Hugo Werneck no reconhecimento dos melhores exemplos em sustentabilidade e amorosidade ao planeta e ao ser humano. E nos reaproximam da natureza, bem como lutar contra o desenvolvimento econômico tradicional ainda divorciado do processo natural na vida:

1 – CONHECER

Temos de conhecer, de maneira científica e vivencial, os mecanismos de funcionamento e autoperpetuação da natureza.

2 – GOSTAR

Somente este contato é capaz de nos fazer gostar do meio ambiente que nos dá vida e protege.

3 – CUIDAR

E cuidar dela, por extensão de todos os seres vivos, é o melhor que podemos fazer e ser exemplo.

São esses os critérios de avaliação para concorrer à maior premiação ambiental do Brasil, cujo objetivo é reconhecer os melhores projetos, cases, ações, empresas, governos, políticos, personalidades, cidadãos e instituições. E também distingue, com exigência de mais dois critérios específicos – INOVAR e AMAR – nas categorias “Melhor Parceiro Sustentável” e “Melhor Projeto de Parceiro Sustentável”, as empresas patrocinadoras e apoiadoras desta premiação que, de maneira criativa e espontânea, reinventam-se e vão além do cumprimento da legislação ambiental.

Participe! Inscreva ou faça sua indicação.

IMPRENSA